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O físico Carlos Alberto Aragão de Carvalho Filho, membro da Comissão Deliberativa da CNEN e ex-dirigente de importantes instituições científicas do país, participou da visita, que contou ainda com a presença do responsável pela área internacional da CNEN, Cristóvão Marinho. No instituto, foram recebidos pela chefe da Divisão de Física Médica Ana Dovales e conheceram atividades dessa e de outras quatro áreas: Emergência, Metrologia, Dosimetria e Radioproteção.

 

Os visitantes também conheceram o laboratório da estação de monitoramento global capaz de identificar sinais de partículas radioativas e gases nobres liberados na atmosfera, que integra uma rede da ONU. Dados de todas as estações distribuídas pelo mundo são transmitidos para o Centro de Dados Internacional da Comissão Preparatória para a Organização do Tratado para a Proibição Completa de Testes Nucleares.


Zurita destacou a importância de se ter projetos e programas nacionais. E afirmou que as possibilidades e potencialidades brasileiras não estão totalmente exploradas no quesito cooperação, especialmente com outros países. “Há ciência de qualidade sendo feita no Brasil, mas precisamos enfatizar que a ciência é internacional e a tendência de quem produz ciência é apoiar a cooperação internacional”.

Em breve apresentação para pesquisadores do IRD ele destacou ainda como fundamental a participação ativa em fóruns internacionais e um caminho para essa atuação seria a utilização de plataformas existentes no cenário científico internacional.

Aragão afirmou ser muito oportuno ter um conselheiro científico da União Europeia em Brasília. “Um dos grandes desafios da ciência brasileira é a sua internacionalização”, afirmou. E ressaltou a participação da ciência brasileira no mundo, da ordem de 2,7%, quando a economia responde por aproximadamente 2%.

De acordo com o diretor do IRD, José Ubiratan Delgado, há muitas possibilidades de fomentar parcerias e os resultados do instituto mostram claramente áreas de oportunidades de ampliar ainda mais o alcance de projetos voltados ao interesse da sociedade, como uso médico das radiações, proteção radiológica, ensino e treinamento em tecnologia nuclear, metrologia das radiações, dosimetria.

 

Sobre as possibilidade de projetos colaborativos, o presidente da CNEN afirmou que Zurita apresentou um leque de oportunidades oferecido pela EURATOM nas áreas de fissão e fusão, de forma a estimular que a Comissão e demais atores da área nuclear do país se engajem em projetos de cooperação internacional com países da União Europeia.

 

“Ficou bem clara a baixíssima participação do Brasil até aqui nesse programa, e a ênfase dada pela Euratom à área de fusão nuclear, onde a CNEN tem excelentes perspectivas de colaborar em temas como materiais e interação plasma-parede. No tocante à fissão nuclear, os temas de rejeitos radioativos e proteção radiológica também foram enfatizados pelo Dr. Zurita. Sua visita abre uma nova perspectiva de suporte à pesquisa e cooperação com a União Europeia, sem prejuízo de outras iniciativas com os países-membros, individualmente”, concluiu o gestor.