Ауди
медицина
No result...

LINKS



Reforço para a radioproteção e segurança nuclear no país

Versão para impressão PDF
Самые новые шаблоны Joomla на нашем сайте.
Красивые Шаблоны Joomla 2.5
Игровые шаблоны DLE
Самая быстрая Диета

O IRD passou a integrar a Diretoria de Radioproteção e Segurança Nuclear da Comissão Nacional de Energia Nuclear (DRS/CNEN). O instituto esteve subordinado à Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento do órgão desde 2007. A alteração foi feita pela Resolução n° 210 da CNEN e publicações no Diário Oficial da União dos dias 3 e 16 de janeiro de 2017.

O documento destaca a vinculação do IRD à rede de Laboratórios de Dosimetria Padrão Secundário da Agência Internacional de Energia Atômica, garantindo a qualidade das calibrações de instrumentos de detecção das radiações e o fornecimento de padrões radioativos certificados para aferição de equipamentos empregados nas áreas industrial, médica e de pesquisa, bem como medidas de radioatividade em amostras de ar, água, solo e alimentos. São citadas ainda as avaliações fundamentais em programas de monitoração radiológica ambiental e ocupacional, atendimento a emergências radiológicas, gerenciamento de banco de dados nacional de doses ocupacionais e atividades voltadas à qualificação de profissionais para o exercício de atividades que envolvam a presença de radiação ionizante.

O diretor do IRD, José Ubiratan Delgado, lembra que desde o início de sua fundação, em 1972, oficialmente como Laboratório de Dosimetria, passando pela gestão do acidente radiológico de Goiânia em 1987, o IRD sempre atuou no campo da proteção radiológica humana, de instalações e do meio ambiente, agregando diferentes áreas como metrologia das radiações ionizantes, controle radiológico, pesquisa aplicada, ensino e segurança nuclear, atribuições ligadas à Diretoria de Radioproteção e Segurança Nuclear.


“O entendimento que sempre permeou as ações do IRD e sua relação com a sociedade é que para dispormos de uma boa regulação, e atuarmos no processo regulatório do setor nuclear e afins, é necessário que isto ocorra com lastro em metodologia científica”, ressalta Delgado. Como exemplo, ele cita a operação de instalações nucleares e radiativas, o controle de equipamentos irradiadores, monitores de radiação ou o uso de fontes radioativas na forma de fármacos, que podem diretamente afetar a saúde humana, a segurança e o meio ambiente. A execução dessas atividades depende cada vez mais de pesquisas essenciais que venham otimizar práticas, justificar cientificamente a adoção de limites de isenção, níveis de investigação ou intervenção.

Segundo o gestor, a atividade do instituto se relaciona a conceitos e fundamentos associados ao que se convencionou chamar de pesquisa regulatória, o que reforça a atuação dos profissionais do instituto no campo da proteção radiológica. “Nossa missão é promover o uso seguro da radiação no país”.

Com o retorno do IRD à DRS, não existe empecilho quanto à continuidade do fornecimento de serviços de dosimetria, análise de amostras ambientais e de alimentos, calibração de monitores e fornecimento de padrões radioativos, pois tais serviços estão ligados ao controle de qualidade, participação em programas de comparações interlaboratoriais, auditorias, certificações. E o regimento interno irá considerar cada caso, evitando conflitos com a atuação do IRD no processo regulatório da CNEN.

Serão mantidos os recursos orçamentários historicamente destinados em planos plurianuais do Governo Federal para radioproteção, metrologia e emergência nuclear. A novidade seria adicionalmente poder utilizar recursos gerados pelo IRD em ações de certificação, os quais podem retornar ao instituto, a partir da lei das taxas, que possui rubrica exclusiva e já é de amplo uso na DRS.